Matrix, um universo que continuava para lá do ecrã
A trilogia, Animatrix e Enter the Matrix criaram um universo que acompanhei no cinema, na animação e também através do comando.
A trilogia, Animatrix e Enter the Matrix criaram um universo que acompanhei no cinema, na animação e também através do comando.
Vi o novo He-Man a 25 de julho. Entre um Adam sem carisma e uma história reciclada, percebi por que razão a bilheteira lhe virou as costas.
Cheguei tarde a Firefly, mas bastou uma temporada e um filme para perceber por que razão tanta gente nunca saiu verdadeiramente daquela nave.
Em três temporadas, The Orville deixou de ser apenas uma comédia espacial e tornou-se um universo de povos, feridas, escolhas e memória.
Uma série pequena no ruído, mas cheia de alma. Renegade Nell merecia mais tempo para crescer e encontrar o seu público.
Uma série sobre Fernão Lopes, entre falhas de ritmo e uma ferida histórica que continua a incomodar.
Uma série com mundo, arcos e direção clara que acabou antes de poder mostrar tudo o que ainda tinha para contar.
Uma Elle Woods antes da lei, antes da faculdade, antes do brilho. E o rosa dela a bater de frente com o cinzento de Seattle.
Entro no mundo de Fallout como quem pisa pó antigo. Tudo ali parece ter memória, até o silêncio.
Pandora volta a arder. Um espetáculo gigante, bonito, mas nem tudo cresce ao mesmo ritmo.
Antes de ver o novo Avatar, fica uma pergunta: o que muda quando um filme feito para o cinema chega até nós pelo sofá?
Uma série da RTP1 que misturava guerra, BD e imaginação, e ficou presa na memória de quem ainda via televisão com tempo.