Armageddon, o filme que sei de cor e ainda me faz chorar
Já vi Armageddon vezes sem conta e quase o sei de cor. Mesmo assim, continuo a rir com Lev e a chorar na despedida entre Harry e Grace.
Já vi Armageddon vezes sem conta e quase o sei de cor. Mesmo assim, continuo a rir com Lev e a chorar na despedida entre Harry e Grace.
A música, o bar, a livraria e uma guitarra que podia esconder quase tudo. As cenas de Desperado que continuam comigo.
Paramount e Warner prometem trinta filmes por ano. Mas juntar dois gigantes não garante melhores histórias, mais diversidade ou salas cheias.
Os estúdios culpam o streaming e o cansaço dos super-heróis. Mas as salas enchem quando existe uma história que merece o bilhete.
Matrix vai regressar. Depois de um quarto filme sem rumo, o quinto terá de respeitar os alicerces antes de construir outro andar.
A D23 abriu o baú: Star Wars, Marvel, animação e promessas para os próximos anos. E, para quem vive o fandom, foi difícil não ficar entusiasmado.
Vi a trilogia no cinema e voltei à Terra Média nas versões longas em DVD. Há mundos que acabam nos créditos; este tornou-se precioso.
A trilogia, Animatrix e Enter the Matrix criaram um universo que acompanhei no cinema, na animação e também através do comando.
Vi o novo He-Man a 25 de julho. Entre um Adam sem carisma e uma história reciclada, percebi por que razão a bilheteira lhe virou as costas.
Cheguei tarde a Firefly, mas bastou uma temporada e um filme para perceber por que razão tanta gente nunca saiu verdadeiramente daquela nave.
Em três temporadas, The Orville deixou de ser apenas uma comédia espacial e tornou-se um universo de povos, feridas, escolhas e memória.
Uma série pequena no ruído, mas cheia de alma. Renegade Nell merecia mais tempo para crescer e encontrar o seu público.