O Poder Feminino: terra, propriedade e controlo · parte 2 de 8
A terra cultivada tornou-se também herança e poder. Entre quem trabalhava e quem decidia, foram-se desenhando desigualdades.
A terra cultivada tornou-se também herança e poder. Entre quem trabalhava e quem decidia, foram-se desenhando desigualdades.
Li O Zahir há muitos anos. Ficaram o prazer da leitura, uma paisagem quase deserta e a procura de alguém que acaba por nos levar para dentro.
A ligação entre Sines e a A2 avança, mas continua a esquecer algo básico: um lugar seguro para parar.
Uma figura atravessa a praia vazia, pequena diante das rochas, da areia molhada e de um horizonte que parece não ter pressa.
Entre dos tierras abriu a porta através do Rock 1. Depois vieram Senderos de traición, Avalancha e muito mais banda para descobrir.
Das viagens de Venda do Pinheiro para Milfontes a um regresso em trabalho, Alcácer ficou-me nas arcadas e à beira do Sado.
Já vi Armageddon vezes sem conta e quase o sei de cor. Mesmo assim, continuo a rir com Lev e a chorar na despedida entre Harry e Grace.
Antes das leis e dos impérios, as mulheres já participavam na construção do mundo. Um olhar sobre as origens e os silêncios da história.
Uma despedida de Jorge Palma, entre as canções que nos acompanham e a memória de um concerto ao pôr do sol na Zambujeira do Mar.
Rever uma saga antiga devia ser simples. Na Prime Video, por vezes, os primeiros filmes estão incluídos e o final paga-se à parte.
Entre a areia e a rocha, a água repousa por instantes, guardando no silêncio os reflexos de uma paisagem moldada pelo tempo.
Cheguei aos Seether através de “Broken”. Amy Lee abriu a porta, mas foi a voz ferida de Shaun Morgan que me fez ficar.