Armageddon, o filme que sei de cor e ainda me faz chorar
Já vi Armageddon vezes sem conta e quase o sei de cor. Mesmo assim, continuo a rir com Lev e a chorar na despedida entre Harry e Grace.
Já vi Armageddon vezes sem conta e quase o sei de cor. Mesmo assim, continuo a rir com Lev e a chorar na despedida entre Harry e Grace.
A música, o bar, a livraria e uma guitarra que podia esconder quase tudo. As cenas de Desperado que continuam comigo.
Paramount e Warner prometem trinta filmes por ano. Mas juntar dois gigantes não garante melhores histórias, mais diversidade ou salas cheias.
Os estúdios culpam o streaming e o cansaço dos super-heróis. Mas as salas enchem quando existe uma história que merece o bilhete.
Matrix vai regressar. Depois de um quarto filme sem rumo, o quinto terá de respeitar os alicerces antes de construir outro andar.
Vi a trilogia no cinema e voltei à Terra Média nas versões longas em DVD. Há mundos que acabam nos créditos; este tornou-se precioso.
Vi o novo He-Man a 25 de julho. Entre um Adam sem carisma e uma história reciclada, percebi por que razão a bilheteira lhe virou as costas.
Cheguei tarde a Firefly, mas bastou uma temporada e um filme para perceber por que razão tanta gente nunca saiu verdadeiramente daquela nave.
Pandora volta a arder. Um espetáculo gigante, bonito, mas nem tudo cresce ao mesmo ritmo.
O cinema volta a abrir-se em silêncio e luz. Um convite para entrar sem filtros e deixar a magia de Mandalorian e Grogu acontecer.