Porto, uma viagem que ficou por acabar
Fui ao Porto em trabalho e voltei com a sensação de ter conhecido apenas o princípio de uma cidade que ainda me chama.
Fui ao Porto em trabalho e voltei com a sensação de ter conhecido apenas o princípio de uma cidade que ainda me chama.
Vi o novo He-Man a 25 de julho. Entre um Adam sem carisma e uma história reciclada, percebi por que razão a bilheteira lhe virou as costas.
Sete ensaios para ler as forças que estão a redesenhar o século e perceber o lugar da Europa num mundo em mudança.
Li Tom Sawyer já em adulto, depois de o conhecer pela televisão. Entre memória e páginas, encontrei uma infância mais livre, mas também mais sombria.
Um ano inteiro cabia num pequeno cartão. Alguns perderam a utilidade, mas ficaram a guardar o tempo que passou.
No alto da antiga ponte de Alcácer, uma gaivota repousa sobre o mecanismo que outrora abria caminho aos barcos.
A 31 de janeiro de 2005, Bryan Adams subiu ao palco do Pavilhão Atlântico. Os discos ficaram; aquela noite também.
Évora ficou-me em fragmentos: o Templo de Diana, um museu, um jardim e a memória incompleta de uma visita de estudo.
Cheguei tarde a Firefly, mas bastou uma temporada e um filme para perceber por que razão tanta gente nunca saiu verdadeiramente daquela nave.
Quando os mapas voltam a ser tratados como propriedade dos mais fortes, a liberdade dos povos começa a arder devagar.
Mandaram-me ler Aparição na escola. Depois de um engano, encontrei um livro que deixou de ser obrigação e ficou comigo.
Alguns alunos encontraram “suspenso” onde devia estar uma nota. Quando o sistema falha, também o futuro fica à espera.