O direito de não responder
Estar sempre contactável não significa estar sempre disponível. O silêncio também pode ser descanso, espaço e uma forma de continuar inteiro.
Estar sempre contactável não significa estar sempre disponível. O silêncio também pode ser descanso, espaço e uma forma de continuar inteiro.
Na ribeira do Torgal, a Ponte do Sol Posto atravessa a paisagem com a serenidade de quem já pertence ao lugar.
Leave Me Behind abriu a porta, mas trouxe mais duas canções consigo. Os Nickelback regressam com peso, energia e uma voz impossível de confundir.
Entre a fortaleza e o Cabo Carvoeiro, Peniche ficou-me na memória por uma pausa simples diante do mar e da história.
Matrix vai regressar. Depois de um quarto filme sem rumo, o quinto terá de respeitar os alicerces antes de construir outro andar.
Quarta parte de Geografias do Futuro Próximo: a Europa procura recuperar a capacidade de produzir, escolher e competir de igual para igual.
Em Cannes, todos querem ser vistos. Paulo Coelho olha para o brilho e pergunta o que sobra quando se chega sozinho ao topo.
Os mapas levam-nos ao destino, mas talvez nos afastem do caminho. Perder-se também era uma forma de descobrir.
Uma rosa aberta à luz, intensa e quase excessiva, como se toda a cor do jardim tivesse escolhido ficar ali.
Uma música apareceu no carro, cantámo-la juntos e decidimos que seria nossa. Hoje, quando toca, ainda me deixa meio nhecs.
Na Vieira de Leiria ficou o mar em duas luzes. Na Marinha Grande, o vidro, o fogo e uma oficina que já não existe.
Lisa e arredondada, uma pedra repousa sobre a rocha áspera. Um pequeno equilíbrio construído entre formas que o mar tratou de maneira diferente.