Xutos & Pontapés, canções que ficaram também em fotografias
Começou com Contentores, passou por dois concertos e ficou também numa fotografia pedida por uma amiga sem coragem para o fazer.
Começou com Contentores, passou por dois concertos e ficou também numa fotografia pedida por uma amiga sem coragem para o fazer.
Duas músicas gravadas pelo meu irmão abriram a porta. Depois vieram os álbuns e os Metallica ficaram.
A 31 de janeiro de 2005, Bryan Adams subiu ao palco do Pavilhão Atlântico. Os discos ficaram; aquela noite também.
Os The Hu fazem da Mongólia som: vozes profundas, cavalos, memória e metal. Uma língua que não preciso de entender para sentir.
Conheci os Bad Wolves por “Zombie”, mas há músicas que não pertencem a quem as canta. Pertencem à ferida que deixam aberta.
Há bandas que não ouvimos sozinhos. Queen é uma delas. Mesmo quando o som vem alto, há sempre uma memória a cantar por baixo.
As 4 Non Blondes vêm a Portugal, e “What’s Up?” continua a soar como uma pergunta que nunca ficou resolvida.
Vi em diferido, longe da multidão, mas houve ali qualquer coisa que não ficou presa ao palco.
Ray Wilson, voz dos Stiltskin e ex-Genesis, passou pelo acaso do Spotify e ficou pelo som cru e intimista que não pede pressa.
Há bandas que ouvimos. E depois há outras que mudam o lugar onde a música vive dentro de nós.
Fui ver os Exilia abrir para Rammstein, e a energia ao vivo foi tão brutal que fiquei fã instantâneo. Hits, riffs e adrenalina pura.
A playlist pede algo novo e de repente surge uma banda desconhecida que nos faz pensar: “Como nunca ouvi isto antes?” Energia pura garantida.