Entre Marvão e Castelo de Vide
Do alto de Marvão à calma das ruas de Castelo de Vide, dois lugares onde o tempo fica mais lento e a memória ganha espaço.
Do alto de Marvão à calma das ruas de Castelo de Vide, dois lugares onde o tempo fica mais lento e a memória ganha espaço.
Há 40 anos que vivo em Milfontes. O rio, as ruas e o mar fazem parte do meu dia como quem respira.
Um livro lido há duas décadas que ficou a ecoar. Maria, o corpo, a solidão e perguntas que nunca se fecharam.
Pandora volta a arder. Um espetáculo gigante, bonito, mas nem tudo cresce ao mesmo ritmo.
As 4 Non Blondes vêm a Portugal, e “What’s Up?” continua a soar como uma pergunta que nunca ficou resolvida.
Vi em diferido, longe da multidão, mas houve ali qualquer coisa que não ficou presa ao palco.
Descobriram um tubarão que anda. O espanto dura pouco, porque a ameaça também já lá estava à espera.
Antes de ver o novo Avatar, fica uma pergunta: o que muda quando um filme feito para o cinema chega até nós pelo sofá?
Uma série da RTP1 que misturava guerra, BD e imaginação, e ficou presa na memória de quem ainda via televisão com tempo.
No Mundial há jogos que não contam no marcador. Em Glasgow, cones em estátuas lembram que o futebol também acontece nas ruas.
Ray Wilson, voz dos Stiltskin e ex-Genesis, passou pelo acaso do Spotify e ficou pelo som cru e intimista que não pede pressa.
Antes dos estádios cheios e das câmaras em todo o lado, o Mundial começou com um remate simples de um jogador quase esquecido.