Lucky Luke: da biblioteca da escola à estante de casa
Conheci Lucky Luke na biblioteca da escola. Anos depois, o cowboy, os Dalton e Calamity Jane regressaram numa coleção que ainda guardo.
Conheci Lucky Luke na biblioteca da escola. Anos depois, o cowboy, os Dalton e Calamity Jane regressaram numa coleção que ainda guardo.
Já não recordo todos os passos de Jonathan, mas ficou a sensação de um livro que, mesmo perdido na memória, ainda aponta um caminho.
Em Cannes, todos querem ser vistos. Paulo Coelho olha para o brilho e pergunta o que sobra quando se chega sozinho ao topo.
Já não recordo todos os acontecimentos de A Cabana. Ficou-me o ambiente e a emoção, como se o livro tivesse escolhido outra forma de permanecer.
Na biblioteca da escola, levei vários Astérix para casa. Os Normandos estava tantas vezes disponível que quase aprendi as falas de cor.
Este livro levou-me ao homem que transformou uma ideia numa revolução e deixou na Apple um vazio que nenhum produto conseguiu preencher.
Li Tom Sawyer já em adulto, depois de o conhecer pela televisão. Entre memória e páginas, encontrei uma infância mais livre, mas também mais sombria.