Aparição: o livro que ficou depois da boa nota
Li Aparição no 11.º ano, num trabalho de grupo que me deu uma boa nota. A nota passou. O livro, de algum modo, ficou.
Li Aparição no 11.º ano, num trabalho de grupo que me deu uma boa nota. A nota passou. O livro, de algum modo, ficou.
Já não recordo todos os acontecimentos de A Cabana. Ficou-me o ambiente e a emoção, como se o livro tivesse escolhido outra forma de permanecer.
Este livro levou-me ao homem que transformou uma ideia numa revolução e deixou na Apple um vazio que nenhum produto conseguiu preencher.
Li Tom Sawyer já em adulto, depois de o conhecer pela televisão. Entre memória e páginas, encontrei uma infância mais livre, mas também mais sombria.
Mandaram-me ler Aparição na escola. Depois de um engano, encontrei um livro que deixou de ser obrigação e ficou comigo.
Um comentário trocou dois Fernãos e trouxe-me de volta um livro comprado por engano, nunca lido e mais tarde doado.
Hoje tenho quase tudo num ecrã, mas há partes de mim que continuam guardadas em caixas de plástico, lombadas e micas.