Armageddon, o filme que sei de cor e ainda me faz chorar
Já vi Armageddon vezes sem conta e quase o sei de cor. Mesmo assim, continuo a rir com Lev e a chorar na despedida entre Harry e Grace.
Já vi Armageddon vezes sem conta e quase o sei de cor. Mesmo assim, continuo a rir com Lev e a chorar na despedida entre Harry e Grace.
A música, o bar, a livraria e uma guitarra que podia esconder quase tudo. As cenas de Desperado que continuam comigo.
Conheci os Bad Wolves por “Zombie”, mas há músicas que não pertencem a quem as canta. Pertencem à ferida que deixam aberta.
Hoje tenho quase tudo num ecrã, mas há partes de mim que continuam guardadas em caixas de plástico, lombadas e micas.
Uma Elle Woods antes da lei, antes da faculdade, antes do brilho. E o rosa dela a bater de frente com o cinzento de Seattle.