Nisa, a recordação de um desvio
Um pote recorda uma passagem por Nisa. Entre olaria, bordados e ruas com história, há razões para voltar com mais tempo.
Um pote recorda uma passagem por Nisa. Entre olaria, bordados e ruas com história, há razões para voltar com mais tempo.
No antigo cais da Casa Branca, a madeira ergue-se sobre a água como memória de passagem e de espera.
Na ribeira do Torgal, a Ponte do Sol Posto atravessa a paisagem com a serenidade de quem já pertence ao lugar.
Entre a fortaleza e o Cabo Carvoeiro, Peniche ficou-me na memória por uma pausa simples diante do mar e da história.
Regressei várias vezes ao Bom Jesus. Entre o escadório, o elevador a água e um pôr do sol, Braga foi-se revelando devagar.
Do alto de Marvão à calma das ruas de Castelo de Vide, dois lugares onde o tempo fica mais lento e a memória ganha espaço.