A vila que muda de dono
No verão, Milfontes enche-se de vida, mas quem cá vive sente por vezes que a vila deixa de lhe pertencer.
No verão, Milfontes enche-se de vida, mas quem cá vive sente por vezes que a vila deixa de lhe pertencer.
Évora ficou-me em fragmentos: o Templo de Diana, um museu, um jardim e a memória incompleta de uma visita de estudo.
Às vezes, um ponto de vista começa apenas onde pousamos o olhar.
Do alto de Marvão à calma das ruas de Castelo de Vide, dois lugares onde o tempo fica mais lento e a memória ganha espaço.
Há 40 anos que vivo em Milfontes. O rio, as ruas e o mar fazem parte do meu dia como quem respira.